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sábado, 19 de janeiro de 2013
Eu topo e você?
Segundo o G17, uma pesquisa feita no Brasil, foi revelado que 99% das mulheres topariam beijar Angelina Jolie na boca, e ter algo mais com ela. O instituto ouviu 17 mil pessoas, nas 100 maiores cidades brasileiras. A pesquisa revela que Angelina Jolie é um sonho de consumo de 99% das mulheres brasileiras.
Veja o resultado:
99,0% – aceita beijar Angelina Jolie na boca
0,05% – não sabe, ficou em dúvida
0,03% – talvez, se for escondida e ninguém ficar sabendo
0,02% – não beijaria!
Uma das entrevistadas, a estudante de fisioterapia Izabella Fonte, de João Pessoa (PB), 22 anos, respondeu: “Quem recusaria um beijo da Angelina? Eu não gosto de mulher, mas aquela boca eu não resistiria, e beijaria sem problema”.
Outra entrevistada, a quase medica Patricia Abreu, 21 anos, disse que um beijo de boca da Angelina Jolie nem a mais hetero das hetero, feministas das femininas, recusariam. “Eu toparia”, disse.
Leia mais: http://www.fodecast.com.br/curiosidade/99-das-mulheres-beijariam-angelina-jolie-segundo-pesquisas/#ixzz2ITvhWkE9
Emanuelle e Samantha
Emanuelle havia se levantado a pouco, era seis e meia da manhã, mesmo sonolenta, levantou, pois era metódica, e seus compromissos do dia, seguia a risca, é iria correr como fazia todo dia... Vestiu sua roupa de ginástica e calçou o tênis e saiu. Corria cerca de uma no parque bem próximo de sua casa. Depois retornava para casa, tomava banho e café, seguindo logo depois para o trabalho.
Emanuelle focada em sua corrida, não reparou que uma mulher meio que atrapalhada, atravessou em sua frente, causando um esbarrão e queda das duas. Ambas ficaram meio atordoadas, mas ninguém se machucou. Em meio às desculpas, cada uma seguiu seu caminho. Emanuelle grilada porque a tonta, não prestou atenção onde andava, será que a criatura não notou que era uma pista de corrida...
Samantha ficou vendo a moça jovem que corria. Meio zonza ainda e atordoada com a queda, não deixou de reparar e de ficar olhando para o bumbum da moça a sua frente e pensou será que anotaram a placa daquele captiva meu Deus, uauuuuuuuuu, que loucura.
Os dias se passaram e novamente se cruzaram dessa vez, sem esbarrão, apenas com um “oi” dado por Samantha e respondido sem muito entusiasmo por Emanuelle. Os dias foram passando e algo passou a ficar rotineiro... Emanuelle passava e cruzava com a mulher que lhe dizia oi. O engraçado era que a dita cuja sempre vinha com um saco com pães caminhando pela pista. Emanuelle no começo já esperava o “oi”, por fim passava e cumprimentava, isso aconteceu durante um mês consecutivo.
Samantha levantava logo cedo e ficava na espera, desde o dia da queda, passou a esperar a moça, passar correndo e sempre ficava olhando aquele espetáculo da natureza passar correndo, nunca perdeu a oportunidade de dar um “oi” e depois dar uma olhadinha naquela moça bonita. Tinha certeza que ela era lésbica também, só não sabia, se ela era comprometida.
Emanuelle achou que era coincidência demais, ver a tal mulher, todos os dias no mesmo horário, mas, imaginou que ela deveria ser metódica também... Ou também sozinha e querendo fazer amigos...
Como de costume, Emanuelle se arrumou e saiu para sua corrida matinal, para sua surpresa, não encontrou com a tal mulher... No outro dia a mesma coisa, e assim se sucedeu durante uma semana. Pensou que a tal mulher talvez tivesse viajado ou que tivesse se mudado. Ficou pensando que durante um mês, cumprimentou a mulher, mas nunca falou com a mesma, sequer sabia seu nome...
Após uma semana, a mulher reapareceu, andando devagar, com o saco de pães no braço. Cabisbaixa, não olhou para Emanuelle e nem a cumprimentou... Estranhando a atitude da mulher, correu um pouco e resolveu voltar, observou de longe que ela estava com dificuldades para caminhar. Parou e a cumprimentou. Ouviu o “oi” de sempre, porém desanimado. Perguntou o nome da mulher e se apresentou. Descobriu que a mulher se chamava Samantha e que morava próximo de sua casa (na mesma rua) e que seu sumiço foi em decorrência de um problema de saúde que teve e do qual ainda se recuperava (dores no nervo ciático). Samantha descobriu que Emanuelle tinha 25 anos, trabalhava como servidora pública concursada, numa secretária de finanças da prefeitura. Morava sozinha e contava apenas com a presença de uma tartaruga por nome Mafalda. Emanuelle descobriu que a moça tinha 43 anos, trabalhava numa empresa privada no ramo de transporte coletivo e que morava sozinha também. Samantha convidou Emanuelle para tomar um drinque em sua casa afinal era sexta feira, o que foi de pronto aceitou.
Samantha passou o dia na expectativa da visita de Emanuelle. Comprou uma garrafa de vinho e queijos... Pensou que quem sabe poderia na pior das hipóteses, surgir uma boa amizade...
No horário marcado, Emanuelle apareceu cabelos molhados, sorridente, perfumada e com uma garrafa de vinho na mão. A conversa seguiu animada, regada a queijo e vinho. O papo rolou solto sobre os filmes e livros que era a grande paixão de Emanuelle e sobre politica e tecnologia que era a grande paixão de Samantha. O assunto passou de trabalho para viagens, de viagens para amigos, de amigos para família e de família para amores. Samantha ficou surpresa com a desenvoltura e tranquilidade com que Emanuelle falou sobre sua orientação sexual. Samantha também confirmou que era lésbica. A conversa seguiu animada até tarde da noite, apesar do convite para ficar, Emanuelle voltou para casa.
A amizade das duas seguiu animada, pelo menos uma vez por semana, jantavam juntas e conversavam animadamente. Samantha sentiu uma atração enorme por Emanuelle, mas não notava nenhum interesse da outra por ela. Notava que em muitas coisas, suas opiniões eram parecidas e em outras admirava o ponto de vista e amadurecimento de Emanuelle, que mesmo sendo jovem, já tinha muita sabedoria para viver. Às vezes fitava rapidamente a amiga, mas procurava ser bem discreta.
Emanuelle desde o primeiro encontro ficou interessada por Samantha, notava seus olhares, mas era tão rápido e discreto, que receava se aproximar e colocar a amizade em jogo. Gostava por deveras, da companhia de Samantha e temia que pudesse falar algo e atrapalhar a amizade que surgia.
Em um desses jantares, Emanuelle trouxe uma novidade que uma colega de trabalho, havia manifestado interesse por ela, mas que não estava muito animada. Samantha questionou o porquê, Emanuelle não respondeu, mas disse que iria sair com a moça para ver no que ia dar. Samantha ficou morrendo de ciúmes e nada disse. Samantha ficou sabendo que o encontro era no outro dia, e assim ficou chateada por não ter coragem de falar e correr o risco de perder Emanuelle. No outro dia, Samantha passou o dia apreensiva, olhando no celular e não recebeu nenhuma ligação de Emanuelle, falavam sempre, e nesse dia ela não ligou, nem de dia e nem de noite. Passou próximo a sua casa e as luzes estavam apagadas, ficou imaginando que Emanuelle estava nos braços de outra...
No outro dia, Emanuelle ligou e ela respondeu polidamente. Samantha estava enciumada e falou pouco. Diante disso, Emanuelle recuou achando que a amiga, não estava a fim de papo. Uma semana se passou e elas não se encontraram e nem ligaram uma para outra. Emanuelle, incomodada com a ausência de Samantha, resolveu ir a sua casa. Chegando lá, notou a amiga apática, desanimada e sem disposição para nada. Questionou o que havia acontecido, quando para sua surpresa, ouviu de Samantha que estava sofrendo por causa de um amor não correspondido. O coração de Emanuelle acelerou na hora, agora que decidira abrir seu coração, descobriu que Samantha estava apaixonada por alguém. Deu apoio à amiga, que chorou muito e que demonstrou estar muito triste. Arrasada, voltou para casa, descrente da vida...
A noite foi longa para ambas, Emanuelle e Samantha curiosamente e sem saber tomaram vinho e dormiram chorando ao som de Maria Rita com a música Encontros e Despedidas:
“(...) A vida se repete na estaçãoTem gente que chega pra ficarTem gente que vai pra nunca maisTem gente que vem e quer voltarTem gente que vai e quer ficar.São só dois ladosDa mesma viagemO trem que chegaÉ o mesmo trem da partidaA hora do encontroÉ também de despedidaA plataforma dessa estaçãoÉ a vida desse meu lugar”.
O dia foi longo e sem noticias, assim se seguiram mais três dias... No fim de tarde do quarto dia de ausência, uma mensagem animadora, um convite para Emanuelle jantar na casa de Samantha, assim o fez, partiu para casa da amiga. Feliz pelo reencontro, porém sem esperança de um entendimento entre as duas. Ao chegar notou que o jantar era diferente dos demais e ficou com o coração apertado pensando que Samantha poderia ter feito o convite para apresentar à namorada, o coração ficou aflito, mesmo porque Samantha não deixou transparecer nada, mas era visível que estava mais bem arrumada do que de costume, o que poderia ser, pensou Emanuelle.
Emanuelle perguntou se vinha mais alguém para jantar, Samantha em um impulso repentino foi logo falando que o convite era só para a pessoa a quem ela nutria um sentimento forte que mal cabia no peito, que era o amor e disse que era amor o que sentia por ela. Emanuelle atordoada com aquela fala repentina, não entendeu direito, mas Samantha não recuou e falou, menina estou apaixonada por você. Emanuelle, a abraçou e disse, e eu por você mulher... Trocaram um longo e ardente beijo, e outro e outro... Até que desse beijo passaram para as caricias e se entregou uma a outra. Emanuelle passou suas mãos pelo corpo da amada, a despedindo aos poucos, acariciando e tocando suavemente cada parte do corpo de Samantha, acariciando, beijando e conhecendo. Cada toque, cada beijo, um gemido de Samantha, aos poucos as caricias foram aumentando e aumentando até que Emanuelle pousou sua mão entre as pernas de Samantha, sentindo a umidade, a excitação e o desejo da outra. Não resistiu e foi comprovar com os dedos e com a língua se de fato, havia mesmo desejo. Samantha estava toda molhadinha, e cada toque e vai vem, ficava mais e mais excitada, aos poucos foi se soltando e gemendo, até chegar ao gozo. Emanuelle adorou receber aquele gozo em sua boca, que jorrou quente e abundante... Hummm, que delícia, sorridente, Emanuelle falou. Samantha um pouco acanhada, porém não se fez de rogada e sua amada começou a acariciar, beijos ardentes no pescoço, nos ouvidos, mordidinhas nas costas e carícias por todo o corpo, sugou com desejo os mamilos e não resistiu, rapidamente deslizou os dedos tocando as partes íntimas da amada, que de imediato correspondeu... Não resistiu ao tocar e ver o quanto Emanuelle estava ensopadinha e foi lá experimentar do seu mel, bebeu até se lambuzar. A noite foi curta para tantos beijos, carícias e entrega. Essa foi à primeira de muitas outras noites que vieram que se amaram e que viveram felizes.
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